Amanda Colangelo

Amanda Colangelo é uma artista movida pela necessidade de transformar o sentir em imagem. Desde a infância, o desenho já era sua forma mais natural de expressão, uma espontaneidade de traduzir o mundo ao seu redor. Ao longo dos anos, percorreu diferentes técnicas até encontrar na arte turca Ebru, que foi um ponto de conexão profunda.

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Anna Jankov

Anna Jankov nasceu com a arte nas mãos. Não lembra de nenhum momento da vida sem cores, traços, gestos criativos. Criada pelos avós que diziam “você nasceu com um pincel numa mão e um lápis na outra”, Anna transformou o mundo ao seu redor em inspiração e desafio.

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Alyna Almeida

Desde a infância, a arte sempre esteve presente na trajetória de Aline, ainda que, por um tempo, tenha permanecido em silêncio. Os dons criativos, antes adormecidos, reencontraram força e sentido a partir da fé. Foi nesse retorno à espiritualidade que a criação voltou a ocupar um lugar central, agora guiada por propósito, entrega e significado.

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Carlos Sulian

Carlos Sulian descobriu sua paixão pela arte ainda na infância, quando os primeiros desenhos começaram a acompanhar sua vida. Aos doze anos, realizou sua primeira tela figurativa a óleo sobre tela, explorando desde cedo a capacidade de transformar pensamentos e imaginação em imagens concretas.

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Camila Ferrari

Desde a infância, Camila Ferrari nutre uma paixão profunda pela pintura e pela arte em todas as suas formas. Após anos conciliando sua carreira corporativa, ela retomou plenamente sua prática artística há cerca de dois anos, dando espaço ao sonho criativo que sempre a acompanhou e permitindo que sua expressão pessoal se tornasse o centro de sua trajetória.

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Caroline Simó

Caroline Higueras Simó cresceu cercada pela sensibilidade da arte. Desde menina, suas tardes favoritas eram aquelas passadas na casa do avô, pintor, onde ela descobriu o encanto das tintas, dos pincéis e dos livros que revelavam mundos inteiros de natureza e formas orgânicas. Foi ali, entre experimentações lúdicas e silêncios cheios de criação, que nasceu sua conexão profunda com o fazer manual: desenhar, pintar, gravar, observar. Essa memória afetiva se tornou o alicerce de sua jornada artística.

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Fernanda Polito

Desde a infância, Fernanda encontrava no barro um espaço de liberdade e criação. Passava horas na olaria do pai, moldando formas com as mãos, desenhando e pintando como quem descobria o próprio mundo. A cerâmica, que começou como um brincar, se revelou mais tarde como um reencontro profundo com suas raízes, com a natureza e com sua própria identidade.

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