Tatiana Lobo
Desde a infância, as velas sempre iluminaram o caminho de Tatiana Lobo. Aprendeu com sua mãe o ofício de transformar cera em luz e, anos depois, encontrou na aromaterapia uma forma de unir essa tradição ao cuidado com o bem-estar.
Desde a infância, as velas sempre iluminaram o caminho de Tatiana Lobo. Aprendeu com sua mãe o ofício de transformar cera em luz e, anos depois, encontrou na aromaterapia uma forma de unir essa tradição ao cuidado com o bem-estar.
Isabel é uma verdadeira cidadã do mundo, e isso transparece em sua arte. Suas peças, que misturam cerâmica e tecidos, são como um abraço de arte, uma fusão de influências nacionais e internacionais, que trazem uma sensação única de aconchego, história e memórias afetivas. Cada trabalho é um convite a viver de forma mais leve, com uma pitada de bom humor e, acima de tudo, uma celebração das cores, texturas e da natureza.
Há caminhos que se revelam apenas quando temos a coragem de escutá-los. Para Douglas
Jorge, a marcenaria sempre esteve ali, sussurrando em cada detalhe, nas mãos que
buscavam criar, no olhar que enxergava além da matéria bruta. Mas foi aos 34 anos, num
gesto de libertação dos próprios dogmas, que ele decidiu seguir o chamado da madeira e
transformar sua vida.
Erika Magalhães é uma mulher que viu sua paixão pela arte florescer em cada traço, em cada cor. Desde pequena, sempre teve um lápis ou pincel em mãos.
Desde a infância, Gabriela aprendeu que a fotografia não é apenas o registro de um instante, mas a construção de um olhar. Foi entre flores e paisagens, guiada pelo afeto da família, que ela começou a capturar o mundo com delicadeza e intuição.
Todos o conhecem como Mamá Machado, mas seu nome carrega a força de sua trajetória: Raimundo Machado. Com mais de 25 anos de experiência no setor empresarial, ele construiu uma carreira sólida no universo têxtil, mas foi o encontro com a madeira que despertou uma nova paixão e um propósito ainda maior.
Maria Lúcia de Carvalho, mais conhecida como Miucha, tem nome que carrega histórias e raízes, mas que ganha leveza e afeto no apelido que reflete sua essência. Miucha é mais que uma artista, é uma contadora de histórias através de cores e formas.
Paulo Kurazumi, nascido em 1988 em São Bernardo do Campo, é um artista cujas obras são imersas em uma profunda conexão entre arte, yoga e meditação. Com uma pós-graduação em História da Arte pela FAAP, ele encontrou na pintura e no desenho um meio único de explorar os estados físicos e espirituais dos objetos. Suas composições, com espirais e serpentes sem cabeça, envolvem o espectador em uma dança de formas e cores que se entrelaçam e se fundem, criando um campo de movimento contínuo.
Flavia Mesquita traduz, em sua arte e técnica, uma visão profunda de conexão e significado. Desde seus primeiros passos nas artes em São Paulo até sua formação em Artes Visuais pela PUC de Campinas, ela buscou entender como o mundo ao redor se entrelaça com nossas histórias. Sua trajetória é marcada pela habilidade em diversas áreas — da escultura à pintura, da tapeçaria à tecelagem —, mas foi no ensino da tapeçaria que percebeu que tecer vai muito além de fios: é, antes de tudo, um entrelaçar de ideias, emoções e momentos.
Betania Sensini é uma artista que pinta a alma da natureza com o coração de quem vê o mundo como uma tela infinita. Formada em Artes Plásticas e Mestre em História da Arte pela Université Paris Sorbonne, sua trajetória é marcada por viagens que moldaram não só sua arte, mas também seu olhar. Do Brasil à França, da Austrália a Portugal, cada lugar em que viveu tornou-se uma paleta de novas possibilidades, onde cores, formas e texturas da natureza se entrelaçam com histórias e sentimentos.
Thais Sancler é uma arquiteta e designer cujo coração pulsa em sintonia com a arte e a decoração. A sua trajetória é um reflexo da crença profunda de que a arte está intrinsecamente ligada a cada aspecto da vida — do modo como nos vestimos à forma como pensamos e expressamos nossa individualidade.
Nasci entre linhas, agulhas e o murmúrio delicado das máquinas de costura. Na minha
família, as mãos das mulheres eram como pincéis que pintavam histórias de afeto em
cada peça criada. Cresci vendo a magia do feito à mão e aprendendo, pouco a pouco,
as técnicas que moldavam não só os tecidos, mas também os laços que nos uniam.
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