Fernanda Polito

Desde a infância, Fernanda encontrava no barro um espaço de liberdade e criação. Passava horas na olaria do pai, moldando formas com as mãos, desenhando e pintando como quem descobria o próprio mundo. A cerâmica, que começou como um brincar, se revelou mais tarde como um reencontro profundo com suas raízes, com a natureza e com sua própria identidade.

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