Antônio Jorge
Um sonho que nasceu de um momento simples, quase despretensioso. Foi ao criar uma caixa de madeira para passear de bicicleta com sua cachorra Lira que Antonio Jorge de Almeida Junior, um amante da madeira e das criações manuais, encontrou sua paixão.
Hoje, esse sonho vai muito além de um hobby. Transformou-se em uma marca que produz peças únicas, feitas com dedicação e cuidado.
Desde vasos torneados, castiçais e incensários, até luminárias e cogumelos esculpidos à mão; também oferece utensílios variados, como tábuas de corte, bowls e pratos de madeira, cada um com a qualidade e o detalhe que só o trabalho artesanal pode oferecer.
Para Antonio Jorge, cada peça conta uma história de criatividade e conexão com a natureza. Ele busca, com suas criações, valorizar o trabalho manual, garantindo que cada detalhe seja perfeito.
A constância nas vendas e a criação de uma base de clientes fiéis são suas maiores metas, assim como encontrar aqueles que compreendam e valorizem a arte que está por trás de cada objeto.
Não é apenas sobre objetos de decoração ou utilitários de madeira; é sobre o amor pela arte, pela criação e pelo toque humano em cada peça.
Circulo Gaia
Em cada curva do Círculo de Gaia, pulsa o coração da Terra. Antônio Jorge, com suas mãos que sabem ouvir o silêncio das árvores, tece nesta obra a essência de Gaia, a deusa que dá vida ao mundo. A madeira, elemento vivo e ancestral, transforma-se em arte pura e sensível, celebrando a criação e a conexão entre homem e natureza.
A Nobreza da Natureza: Arte em Madeira que Toca a Alma
Feita com madeira roxinha e garapeira, espécies raras e preciosas, a obra carrega a nobreza do tempo. A madeira roxinha, com seus tons profundos que evocam o mistério das florestas, transmite força e espiritualidade. Já a garapeira, com suas nuances douradas e calorosas, é como o brilho do sol que nutre o planeta. Ambas se unem em perfeita harmonia, revelando o poder criativo da matéria orgânica e sua capacidade de emocionar.
O Círculo da Eternidade: A Dança Ancestral da Terra
No centro do círculo, reside o simbolismo do eterno. Não há início nem fim; apenas o fluxo contínuo da vida que Gaia sustenta. Os veios das madeiras narram histórias ancestrais, onde cada linha é um testemunho do tempo e da transformação. É como se o espírito da Terra, em seu estado mais puro, dançasse sob o olhar de quem contempla.
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